O ferreirinho-relógio apresenta um vivo contraste entre o cinza azulado escuro da cabeça com a parte ventral amarela chama a atenção quando observado. O restante das partes superiores são lavadas de tom oliváceo, enquanto as penas longas das asas são bordejadas de amarelo. A cauda é escura, mas, vista por baixo, nota-se que as penas laterais possuem uma grande área branca na ponta. Os olhos são amarelo ouro, destacados contra a área mais escura da parte frontal da cabeça, quase uma máscara. Bico longo e chato, escuro e também notável.
O dimorfismo sexual é pouco aparente, restringindo-se a uma marcação esbranquiçada discreta no píleo, para as fêmeas (segundo Sigrist).
O canto origina o nome comum, parecendo com um relógio de mesa quando se dá corda. Canta o ano inteiro, bem como nas horas quentes do dia. O casal responde um ao outro, também aproximando-se de uma gravação do canto.
A distribuição dessa espécie ocorre do México à Bolívia, ao Brasil e às Guianas.
O ferreirinho-estriado mede cerca de 9 cm de comprimento.
É comum na copa de arbustos e árvores ao longo de rios e lagos, bordas de florestas, jardins e quintais em áreas urbanas. Vive aos pares, buscando insetos ativamente na folhagem densa, o que o torna difícil de ser visto, embora seu canto seja ouvido com freqüência. O casal costuma cantar junto, em dueto.
Toda a Amazônia brasileira e nos demais países amazônicos - Guianas, Venezuela, Colômbia, Equador, Peru e Bolívia.
O teque-teque é a menor espécie do gênero Todirostrum, é um papa-moscas bem pequeno, aproximadamente 9 cm, facilmente reconhecível pela nódoa amarela no loro. O vivo contraste entre o cinza-azulado escuro da cabeça com a parte ventral amarela chama a atenção quando observado. Os olhos são amarelo-ouro, destacados contra a área escura da cabeça.
De movimentos ligeiros, quase nunca fica imóvel.
Ocorre na Mata Atlântica litorânea, Mata Atlântica de encosta, Mata Atlântica de altitude, na restinga arbórea e em matas mesófilas.